terça-feira, 5 de junho de 2018

IFRN campus de Santa Cruz, abre esta semana inscrições para cursinho em preparação para exame de seleção da instituição

O campus de Santa Cruz do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) abre inscrições esta semana para o projeto de extensão que prepara aluno para o exame de seleção da instituição, o IF+Público.

O cursinho oferece aulas de português, matemática e redação aos estudantes. As aulas são duas vezes por semana, as terças e quintas-feiras a noite e são ministradas por professores estagiários de português e matemática.

A seleção é voltada, incialmente, para alunos de escolas públicas. O período é de 7 a 13 de junho e os alunos devem se dirigir a Secretaria Acadêmica do IFRN com documentos pessoais e efetivar a inscrição. O resultado da seleção sai no dia 18 e as aulas terão início em 19 de junho. São 130 vagas disponibilizadas.

Este é o sexto ano do projeto IF+Público e a expectativa da coordenação do projeto é que mais alunos possam ter êxito ao final do ano, no exame de seleção, graças ao auxilio ministrado através das aulas do projeto.




Governo conclui pagamento de 87% da folha de maio até o próximo sábado (09)

O Governo do Estado conclui até o próximo sábado (09) o pagamento de maio de 98 mil dos 112 mil servidores do Estado, o que equivale a 87% da folha. Os 23 mil servidores da Educação, Detran, Ipern, Idema e DEI já receberam o salário em 30/05, dentro do mês trabalhado.

Amanhã (06) recebem os servidores da área de segurança: SESED, SEJUC, PC, PM, CBM, ITEP e policiais do GAC e da Vice-Gov (ativos, inativos e pensionistas PM e CBM). Sábado (09) recebem todos os servidores da Saúde, independente da faixa salarial, e os demais servidores que recebem até R$ 4 mil, ativos e inativos. O pagamento dos servidores que ganham acima de R$ 4 mil será divulgado em breve.

ASSECOM/RN



Manuela d’Ávila admite abrir mão de candidatura por união da esquerda




















A deputada estadual Manuela d’Ávila (PCdoB-RS) admitiu abrir mão de sua pré-candidatura à Presidência da República por uma união de partidos de esquerda já no primeiro turno das eleições presidenciais. Ela condiciona o posicionamento, no entanto, a um gesto do PT, que mantém a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula Silva mesmo com o petista preso e condenado na Lava Jato, do PDT, que lançou o ex-ministro Ciro Gomes na corrida, e do PSOL, cujo pré-candidato é Guilherme Boulos.

Para Manuela, o PCdoB não é um obstáculo à união das esquerdas, mas o partido não abriria mão de seu nome se as outras legendas do campo não fizessem o mesmo em torno de um único projeto. “Nós já fizemos o gesto. Se eu não for candidata, os outros três se entendem para nós estarmos unidos? A unidade da esquerda representa isto: nós estaremos todos unidos em uma única candidatura? Os outros três têm essa disposição? Eu não sou óbice”, disse a deputada gaúcha, em conversa com o Estadão/Broadcast.

Estadão


Quimioterapia pode ser evitada em estágio inicial do câncer de mama

A maioria das mulheres com o tipo mais comum de câncer de mama em estágio inicial e com risco médio de reincidência da doença poderia evitar a quimioterapia após a cirurgia. É o que mostra um estudo apresentado no último domingo na reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), que termina nesta terça-feira, dia 5, nos Estados Unidos.
Batizado de TAILORx, o trabalho revelou que cerca de 70% das pacientes diagnosticadas com câncer de mama de receptores hormonais positivos e HER2 negativo poderiam ser tratadas apenas com terapia hormonal, que é mais barata, mais amena e com menos efeitos colaterais. Mas isso só valeria quando os tumores ainda estão em uma etapa precoce, antes de se espalhar para os gânglios linfáticos.
Os pesquisadores identificaram esse grande grupo de pacientes, que não se beneficiaria da quimio, com base em uma pontuação obtida em um teste genético, o Oncotype DX. O estudo foi publicado na “New England Journal of Medicine”.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Prefeitura de São Bento do Trairi divulga a Programação Oficial do São João do Povo 2018

Foto: Prefeitura de São Bento do Trairi




















A Programação do “II SÃO JOÃO DO POVO” foi lançado na manhã desta Segunda-feira (04), Pela Prefeitura de São Bento do Trairí. 

Nesta edição ainda mais completa o evento contará com 24 Quadrilhas Juninas, que que irão abrilhantar ainda mais nossa festa durante o VIII Festival de Quadrilhas, que será realizado no Ginásio “O Ramalhão” nos dias 20 e 21 de Junho além de Shows Musicais entre os dias 21 e 24 de Junho que acontecerão na Praça de Eventos onde será montada toda a estrutura para receber turistas e visitantes.

O Evento que acontecerá entre os dias 20 a 24 de Junho, receberá um investimento de R$120.000,00 através da EMPROTUR e do Governo do RN, sendo este valor destinado através de emenda parlamentar do Deputado Estadual Gustavo Carvalho.
O Prefeito Kêka Araújo destacou que a gestão atual conseguiu resgatar o São João de São Bento do Trairí além de apoiar os vários seguimentos culturais existentes no município, fortalecendo além da cultura a economia local.

Confira a Programação do São João do Povo 2018:

QUARTA-FEIRA – 20 DE JUNHO

Festival de Quadrilhas – Concurso de Quadrilhas Tradicionais 

Local: Ginásio “O Ramalhão”

HORÁRIO: 18:00 Horas

QUINTA-FEIRA – 21 DE JUNHO

Festival de Quadrilhas – Concurso de Quadrilhas Estilizadas
Local: Ginásio “O Ramalhão”

HORÁRIO: 18:00 Horas

SEXTA-FEIRA – 22 DE JUNHO

Shows Musicais – Zé Sanfoneiro e Zé Filho, Kabrabom, Forró de Autoridade e Santos do Acordeon

Local: Praça de Eventos

HORÁRIO: 22:00 Horas

SÁBADO – 23 DE JUNHO

Shows Musicais – Kamarguinho, Naldinho Cunha, Dudu Vaneirão e Carlinhos Forrozeiro

Local: Praça de Eventos

HORÁRIO: 22:00 Horas

DOMINGO – 24 DE JUNHO

Shows Musicais – Rodolfo Lopes, Arnaldinho Neto, Pegada de Menino e Confraria do Fole.

Local: Praça de Eventos

HORÁRIO: 22:00 Horas

Prefeitura de SBT


Acuado, governo arquiva privatização da Eletrobras

Há pouco mais de um ano, atropelado pelas gravações de Joesley Batista, o presidente Temer teve de recuar da reforma da Previdência para salvar o mandato. Uma reforma meia-sola da Previdência foi arquivada em fevereiro deste ano. Em seu lugar entraram várias medidas de ordem tributária e a privatização da Eletrobras ganhou prioridade. 

Ameaçado por denúncias da Lava-Jato, o então secretário de Governo, Moreira Franco, que cuidava das Parcerias Público Privadas e das privatizações e concessões, assumiu o Ministério das Minas e Energia, em abril, para garantir foro especial e, oficialmente, para se concentrar na privatização da Eletrobras.

Mas o enfraquecimento do governo, na greve dos caminhoneiros, e a proximidade do calendário eleitoral inviabilizaram de vez a aprovação, ainda neste ano, do projeto que permite a privatização da estatal do setor elétrico, que seria um dos principais temas da agenda econômica.

Enteado de Moreira e responsável por colocar o projeto em votação, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já admite nos bastidores que dificilmente a medida será votada antes das eleições. Pré-candidato ao Palácio do Planalto, Maia tem sua própria agenda de prioridades, que inclui medidas de apelo popular, como a redução no preço do gás. O único “esforço” que será feito pelo presidente da Câmara será para aprovar o projeto que tenta solucionar o problema de seis distribuidoras deficitárias da Eletrobras e promover alterações no setor elétrico.

A Eletrobras acumula nos últimos seis anos perdas de R$ 28 bilhões, a maior parte com a antecipação das concessões no governo Dilma. O projeto que permite a privatização foi enviado dia 22 de janeiro, mas está emperrado em comissão especial da Câmara, de onde ainda precisaria seguir para o Senado. A avaliação de Maia é de que o governo não terá mais força suficiente para aprovar a polêmica privatização da estatal de energia.

Jornal do Brasil


Congresso não vê espaço para União reduzir o preço dos combustíveis





















Com o fim da greve dos caminhoneiros –que resultou em desconto de R$ 0,46 no litro do óleo diesel– e a normalização do abastecimento de combustíveis, o comando do Congresso não vislumbra um cenário de queda de preços de gasolina, etanol e gás de cozinha. Em Brasília, o litro da gasolina é vendido à população por aproximadamente R$ 5 nos postos. O botijão de gás chega a R$ 80.

Para os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a margem de manobra orçamentária é muito pequena para o governo atuar na redução do patamar.

Maia destaca ainda que o governo se depara com travas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e da emenda à Constituição que estabeleceu um teto para os gastos.

O deputado acredita que a única política a ser feita no momento é o uso de impostos flutuantes, que seriam reduzidos no caso de alta do valor do petróleo. A providência, porém, não reduz o patamar de preço dos combustíveis, apenas suaviza as oscilações.

Essa medida ganha força desde de semana passada no Ministério de Minas e Energia como forma de amortecer o impacto da volatilidade do preço na bomba.

Está prevista para esta segunda-feira (4) uma reunião de representantes da pasta com técnicos do Ministério da Fazenda e da ANP (Agência Nacional de Petróleo) para tentar aprofundar a discussão.

Na sexta, ao anunciar Ivan Monteiro como seu escolhido para comandar a Petrobras, o presidente Michel Temer disse em pronunciamento que não haveria mudança na política de preços da empresa.

No caso do gás, Maia, que é pré-candidato à Presidência, defende que o governo crie um mecanismo que beneficie os mais pobres. Uma solução seria ampliar o benefício do Bolsa Família, direcionando o recurso para a compra do botijão. Mas, reconhece que a proposta tem limitações.

“Agora tem que ter paciência, entender que não tem mágica, que a Petrobras já foi usada de forma equivocada. [“¦] Há um problema grave, o orçamento público está esgotado. Não há mais espaço para grande interferência no Orçamento”, disse à Folha.

Senadora condena valores irracionais e pede corte no ICMS

A líder do MDB no Senado, Simone Tebet (MS), afirma que a Petrobras é uma empresa estatal e, por isso, precisa dar uma parcela de contribuição para que a população não seja penalizada. Para ela, o atual patamar dos combustíveis e do gás de cozinha é “irracional, absurdo e precisa ser reduzido”.

Tebet afirma que o estabelecimento de um colchão que evite variações bruscas nos preços não é suficiente. Defende que a solução do problema passe necessariamente por cortes no ICMS, imposto arrecadado pelos estados.

Em média, 28% do preço da gasolina na bomba corresponde à cobrança de ICMS. A emedebista argumenta que a alta dos combustíveis levou a um aumento da arrecadação do tributo, o que engordou os cofres estaduais: “Não há como negar que quem mais está ganhando com a alta dos combustíveis são os estados.”

Os governos estaduais, no entanto, dizem não poder abrir mão do que arrecadam.

Em Pernambuco, por exemplo, o secretário de Planejamento, Márcio Stefanni, diz que o combustível representa 20% da arrecadação do estado.

“Estamos executando o orçamento com a previsão de receita. O ICMS paga saúde e educação. Reduzir este tributo seria mais um ataque ao pacto federativo”, disse Stefanni.

“Os estados e municípios estão com orçamentos estrangulados. Ajustar o equívoco da política de preços dos combustíveis no atual modelo de receitas públicas é gravíssimo, vai comprometer serviços”, ponderou André Horta, secretário de Tributação do Rio Grande do Norte e coordenador dos secretários estaduais no Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária).

Diante da crise, no entanto, dois projetos foram apresentados no Senado com o objetivo de estabelecer um teto para a cobrança de ICMS. Hoje, cada estado tem liberdade para definir sua alíquota.

Um dos textos, apresentado pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR), e pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) define que a alíquota de ICMS não poderá ultrapassar 7% no caso do diesel e 18% para gasolina e etanol.

O segundo projeto, de autoria do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), fixa em 12% a alíquota máxima de ICMS sobre o gás de cozinha. Hoje, a média nacional está em 14%.

Mas Eunício Oliveira, que comanda a pauta do Senado, diz não ter previsão de colocar estas propostas em votação na Casa. Ele também insiste que é preciso garantir a previsibilidade dos preços e inclui na discussão das mudanças tributárias os interessados em assumir a Presidência da República em 2019.

“Reforma tributária tem que ser debatida com os candidatos a presidente, assim, a população vai escolher sabendo o que pensa e o que fará o novo presidente que será eleito. É necessário este debate com aqueles que pensam em governar o país”, disse Eunício.

Desde 2016, quando a Petrobras adotou a nova política de preços, que leva em conta o valor do dólar e do barril de petróleo, o litro da gasolina teve alta de mais de 20%.

No caso do ICMS, o presidente da Câmara afirmou que é preciso dialogar com os governadores. “Está todo mundo quebrado”, disse, defendendo também reformas administrativa e tributária.

Folha de São Paulo

Dentista e português morrem em acidente na BR-226, RN

Corolla rodou na BR-226 ocasionando o acidente (Foto: Reprodução)




















Colisão aconteceu no final da tarde deste domingo (3) no município de Santa Cruz, outras três pessoas ficaram feridas.

Um dentista potiguar e um português que morava há 14 anos no Brasil morreram vítimas de um acidente envolvendo dois carros no final da tarde deste domingo (3). A colisão aconteceu na BR-226 no município de Santa Cruz, na região Trairi do Rio Grande do Norte.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o dentista Danilo Gonzaga, que vinha sozinho em um Corolla no sentido Natal/Caicó, perdeu o controle do veículo e rodou na pista. Foi quando um Fiat Uno, que seguia no sentido contrário, bateu na lateral do Corolla. No Uno estavam um casal e filhos gêmeos de 7 anos.

O motorista do Uno, identificado como o português Noé Joaquim Cararinha Vale, morreu na hora. Já Danilo, que era professor da UERN, e os outros envolvidos no acidente foram socorridos para o Hospital de Santa Cruz. O dentista não resistiu aos ferimentos e morreu. Já as crianças e a mãe foram transferidas para o Hospital Walfredo Gurgel, em Natal.

De acordo com o serviço social do HWG, a mulher e um dos filhos foram cirurgiados na madrugada desta segunda (4). Ela está em estado grave, mas os dois filhos se recuperam sem risco de morte.

Blog NP



CURSO DE FORMAÇÃO: ENSINO MÉDIO INTEGRAL/ 7ª DIREC

A 7ª DIREC de Santa Cruz, por intermédio desta Diretoria e da Coordenação Pedagógica Regional, que tem à frente a profª Regiane Martha Dantas, recepcionaram nos dias 24 e 25.05, no campus do IFRN, nesta cidade, o professor Sakamura, originário da capital paranaense, Curitiba. Designado pelo Instituto de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática – STEM BRASIL, em parceria com a SEEC/ RN, o referido professor ministrou um curso de formação para os diretores e coordenadores(as) das escolas estaduais de Ensino Médio Integral das regionais de Santa Cruz, Currais Novos, Caicó e Nova Cruz.

As disciplinas ministradas foram Biologia, Química e Física, da área de Ciências da Natureza, acrescentando-se Matemática, que não pertence à área de referência.

Na coordenação do curso, a profª Lourdes Julião, que é a atual subcoordenadora da SUEM/ SEEC-RN, com efetiva participação. Ao término dos trabalhos, ela agradeceu a acolhida das equipes da 7ª DIREC e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte – IFRN, pela distinguida recepção.

A referida formação tem como objetivo melhorar o nível da aprendizagem do Ensino Médio Integral e, consequentemente, da Educação.

À diretora Samira Delgado, reiteramos a nossa gratidão, que se estende à sua equipe de trabalho, com merecida alusão.

Inclua-se, também, no rol dos agradecimentos que fazemos, a equipe da DIREC local, em especial àqueles que participaram presencialmente, no predito curso de formação.

Mais uma vez, obrigado!


Dinamérico Augusto de Medeiros
Diretor da 7ª DIREC


sexta-feira, 1 de junho de 2018

CAI PEDRO PARENTE, O CORAÇÃO DO GOLPE


O presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão na manhã desta sexta-feira (1º), dois anos depois de tomar posse como presidente da Petrobras.

Imediatamente após a notícia, as ações da estatal entraram em leilão na B3. De acordo com comunicado da estatal, a nomeação de um CEO interino será examinada ao longo do dia pelo Conselho de Administração.

Ainda de acordo com o comunicado, a diretoria executiva da companhia não sofrerá qualquer alteração.

Brasil 247


Ator americano Danny Glover pede liberdade de Lula em Curitiba


























O ator e ativista americano Danny Glover, embaixador da ONU para os direitos humanos e assuntos raciais, pediu na quarta-feira, 30, em Curitiba, pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado a 12 anos de prisão por corrupção.

Glover acompanhou hoje o “Boa noite, Lula”, uma vigília diária realizada por centenas de simpatizantes desde o dia 7 de abril, data em que o ex-presidente foi preso.

“Povo brasileiro, a minha presença aqui não é simbólica, estou aqui representando milhares de pessoas no mundo que exigem que Lula seja libertado”, disse o ator, em um breve discurso. O ativista, que foi recebido com entusiasmo pelos seguidores do ex-presidente, afirmou que “Lula deve ser libertado” para “unir” o Brasil e continuar com as conquistas que obteve com o Partido dos Trabalhadores (PT) nos últimos 12 anos.

Na sua mensagem, o ator destacou a humildade de Lula, exaltando seu “exemplo de perdão, exemplo de trabalho, exemplo de amor e a confiança em seu povo ressoam não apenas nesta região, mas no mundo todo e também no meu país”.

Lula, que governou o Brasil entre 2003 e 2010, está preso na sede da Polícia Federal, em Curitiba, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por um caso relacionado com as investigações da Operação Lava Jato.


Aberta a temporada das paradas gays no Brasil e no mundo






















Vai começar a temporada das paradas gay. De São Paulo a Nova York, passando pelo Rio e Porto Alegre, o mês do orgulho LGBTI — a letra “I”, incluída recentemente, abraça os intersexuais, para quem não se encaixa em feminino ou masculino —, é celebrado agora em junho e, a partir daí, as paradas começam. Da mais festiva à mais politizada, descubra qual é a sua parada.

Nova York

O desfile, que acontece no dia 24, é bem segmentado: tem os policiais gays de Manhattan, o grupo gay da Universidade de Harvard, as bombeiras lésbicas de Chicago, e por aí vai.

A terceira colocação no ranking de turistas que participam cabe a nós, brasileiros. Por isso, agências de turismo daqui capricham nos pacotes que incluem passagens, hospedagens e convites para festas.

O ponto alto se dá quando o público entra embaixo da gigante bandeira com as cores do arco-íris, com direito até a lágrimas das pessoas, que bradam por igualdade.

Como se vê, o cunho político é levado muito a sério ali, principalmente quando a marcha passa por Stonewall Inn, local da revolta de Stonewall, em 1969, movimento que estabeleceu a luta de gays e lésbicas nos Estados Unidos.

Ao final, o público se divide entre o clube Le Bain, que fica no 18º andar do Standard Hotel; o Industry Bar, preferido dos jovens e que funciona onde originalmente ficava um armazém industrial; e o Barracuda Lounge, um clássico em termos de bares gays em NY, famoso pelos shows de drags.

São Paulo

A maior parada do país dá o start no mês do orgulho gay no Brasil e acontece domingo, com concentração na Avenida Paulista, em frente ao Masp. Considerada uma das maiores do mundo, segundo os organizadores reuniu 3 milhões de pessoas ano passado.

Tem ares de megaevento mesmo e reúne todos os tipos: famílias, curiosos, gays jovens em busca de diversão e também a turma que luta pelos direitos da comunidade. O slogan desta 22ª edição é ‘Poder pra LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz’.

Grande parte do comércio da região nos Jardins e no centro da capital paulista se prepara para receber os frequentadores, estampando a bandeira do arco-íris em suas fachadas. No quesito agito, não tem para ninguém: a boate The Week reina.

— Batizamos nossa programação de Eterna Festival e, além da boate, vamos ocupar o Clube Esperia, o Tom Brasil e o Clube Atlético da Portuguesa com várias festas — conta André Almada, o dono da The Week.

Rio (Madureira)

Sem a pompa da parada irmã de Copacabana, reúne a comunidade gay da Zona Norte do Rio, é animadíssima e tem clima descontraído. Com expectativa de bater a casa de um milhão de pessoas da edição passada, acontece dia 1º de julho e passa pelos principais pontos do bairro, como o Viaduto e o Calçadão de Madureira.


A cantora Ludmilla se apresentou na edição passada da Parada de Madureira – Gustavo Miranda / Agência O Globo
— Aqui não é para ver e ser visto. É focado em lutar pelos nossos direitos mesmo — diz Loren Alexsandre, trans e presidente do Grupo Movimento de Gays, Travestis e Transformistas (MGTT), que organiza a parada.

O fervo após o desfile acontece na Travessa Almerinda Freitas, que concentra barraquinhas de bebidas e comidas, muitas já em clima de festa junina, com quitutes típicos.

A boate Papa G, a maior da região, que também fica na travessa, é outro point dessa parada. David Brazil é o padrinho e Viviane Araújo, a madrinha.

Rio (Copacabana)

Fundada em 1995, acontece na Praia de Copacabana e é a parada mais antiga do país. Ano passado reuniu 800 mil pessoas e a expectativa agora é passar de um milhão. A rede hoteleira carioca fica em festa, com taxa de ocupação que beira 90%.

Mesmo assim, essa parada sofreu um baque desde que, ano passado, sofreu corte de R$ 300 mil que a prefeitura destinava, em média, anualmente ao evento, há nada menos que 20 anos. Justamente pela falta de verba e no aguardo da resposta de patrocinadores — os organizadores até inscreveram a parada na Lei Rouanet — , a data ainda está indefinida.

— Se não acontecer dia 24 de junho, vamos buscar outra data em setembro. Mas não vamos nos abater. Já estamos negociando com Pabllo Vittar, Preta Gil e Iza para estarem em nossos trios — diz o organizador Claudio Nascimento. Muito frequentada pelos gays sarados, que desfilam sem camisa, ostentando a ‘barriga tanquinho’ pela orla, essa parada alia com dose certa de purpurina modernidade e tradição.

Como de costume, a ideia é ter Jane Di Castro cantando o Hino Nacional na abertura. Descontraído, o clima de paquera rola solto e um dos pontos altos do agito é o popular ‘beijaço’.

— É um momento bonito, de grande expressão, sem medo de demonstrar nosso afeto — explica Claudio. O point mais concorrido da parada é o quiosque Rainbow, que fica em frente ao Copacabana Palace. Ao final, os bares da Rua Farme de Amoedo, tradicional reduto gay, também reúnem muita gente. E formam alguns novos casais.

Porto Alegre

O sul do país não fica de fora do movimento das paradas e, apesar do frio que faz por lá essa época do ano, a temperatura promete subir dia 1º de julho, quando acontece a 11ª edição da Parada de Luta LGBTI de Porto Alegre, no Parque Farroupilha.

— O movimento aqui começou com a Parada Livre, que ainda existe. Mas nós, um grupo de dissidentes dela, fundamos essa que hoje é a parada mais representativa do Rio Grande do Sul — diz Will Dreher, um dos organizadores, que espera reunir cerca de 100 mil pessoas, assim como na edição passada.

Apesar de ser menos espalhafatosa, mais contida mesmo, o espírito ali é da busca por representatividade. A comunidade gay local reclama, inclusive, que as duas boates LGBTI da cidade foram fechadas recentemente. Mas nem por isso quem pretende conhecer essa parada pode esperar desânimo.

Durante todo o fim de semana do evento a região boêmia de Porto Alegre, conhecida como Cidade Baixa, ferve. O Bar Bahamas é um dos points e por lá a pedida é a sopa de capelletti servida no pão italiano. O Espaço 900, localizado também na Cidade Baixa, tem mesas disputadíssimas. Descolado, o ambiente mistura arte, cultura, música, boa gastronomia e ares de pub. A paquera rola solta.

O Globo

Para baixar diesel, governo corta verba de programas de transplantes e de combate ao trabalho escravo






















Para garantir a redução de R$ 0,46 no litro do óleo diesel nas refinarias, o governo retirou recursos de áreas sensíveis como a fiscalização de trabalho escravo e trabalho infantil, programa Mais Médicos, verba de policiamento e até do Sistema Nacional de Transplante. Áreas sociais e programas ligados à Educação e ao Meio Ambiente também serão afetadas pelos cortes, que somam R$ 9,5 bilhões.

Para garantir o crédito extraordinário que será remanejado para os Ministérios de Minas e Energia e da Defesa, o governo precisou retirar dinheiro de 19 ministérios, sendo que, ironicamente, o dos Transportes foi o mais afetado: terá de cortar R$ 1,4 bilhão. Também houve corte em programas sociais como políticas para juventude, violência contra mulheres, políticas sobre drogas e saúde indígena.


Conta de energia ficará mais cara a partir de hoje

A bandeira tarifária para o mês de junho será vermelha (patamar 2) com custo de R$ 5 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. Com o fim do período úmido, os reservatórios do Sul apresentaram redução de volume provocando o aumento do risco hidrológico (GSF) e o preço da energia no mercado de curto prazo (PLD). 
Além disso, a previsão de chuvas é baixa quando comparada à média histórica. O GSF e o PLD são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.
O sistema de bandeiras foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. O funcionamento é simples, para que os consumidores possam assimilar que as cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custa mais ou menos por causa das condições de geração. Com as bandeiras, a conta de luz ficou mais transparente e o consumidor tem a melhor informação, para usar a energia elétrica de forma mais eficiente, sem desperdícios.

Cortes devem agravar situação do SUS

Representantes de entidades na área da saúde criticaram nesta quinta-feira (31) o anúncio de novos cortes em recursos do SUS e de outros setores como forma de compensar o subsídio ao diesel. As medidas também geraram críticas de indústrias afetadas pelas mudanças.
Ao todo, foram cortados R$ 179 milhões em recursos do orçamento da saúde, a maioria destinados para as chamadas “ações de fortalecimento do SUS”, área que visa melhoria da estrutura e qualidade dos serviços de saúde.