terça-feira, 6 de abril de 2021

Governo aumentará impostos para pagar auxílio

 

Com a aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) Emergencial, que possibilitou o pagamento do novo auxílio emergencial, o governo federal ficou obrigado a encaminhar ao Congresso, até setembro de 2021, um plano para reduzir os benefícios tributários (isenções e reduções de imposto). Na prática, isso significa que o governo terá de enviar propostas para aumentar impostos para setores que, hoje, são beneficiados com descontos nos tributos. Até poupança e carros para deficiente podem sofrer impacto.

A Emenda Constitucional 109 prevê que os benefícios tributários sejam reduzidos a 2% do PIB (Produto Interno Bruto) em até oito anos. Em 2021, segundo projeções da Receita Federal, os descontos nos impostos vão chegar a 4% do PIB. Veja a seguir quem passaria a pagar mais impostos.

Podem ser eliminadas, por exemplo, as deduções e isenções do Imposto de Renda para Pessoa Física. Segundo a Receita, esses benefícios representam, juntos, R$ 55,7 bilhões em 2021.

Também podem entrar no corte isenções de poupança, automóveis para pessoas com deficiência, cadeiras de rodas, livros e incentivos à inovação e à pesquisa.

Setores como o automotivo, de informática, o agronegócio e a indústria farmacêutica também podem ser impactados. Os empresários afirmam que possíveis aumentos de imposto terão reflexo nos preços pagos pelos consumidores.

Redação com Uol



XP/Ipespe: Para 48%, governo Bolsonaro é ruim ou péssimo

 

O governo Jair Bolsonaro é avaliado como “ruim ou péssimo” por 48% dos brasileiros, segundo pesquisa XP/Ipespe divulgada hoje. O índice está três pontos percentuais acima do verificado na pesquisa anterior, divulgada em 12 de março. O percentual de quem considera “ótimo ou bom” caiu três pontos, de 30% para 27%, e o índice de “regular” manteve os 24%.

Foram entrevistadas 1.000 pessoas em todo o país entre os dias 29, 30 e 31 de março. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A trajetória de avaliação negativa, com tendência de alta a partir de dezembro de 2020, coincide com a piora da crise sanitária no país. Há aumento do número de casos e mortes por covid-19, e o ritmo de vacinação ainda está aquém do necessário para conter o avanço da pandemia. Até hoje, 332.752 pessoas já morreram no país.

Também de acordo com a pesquisa, aumentou quem desaprova a maneira do presidente Jair Bolsonaro administrar o país. De 56% em 12 de março passou a 60% agora. O percentual de quem aprova caiu de 38% para 33%.

Já a avaliação sobre a atuação do presidente no combate ao coronavírus oscilou positivamente. Agora 21% acham “ótima e boa”, ante 18% na pesquisa anterior. Consideram “ruim ou péssima” 58%, contra 61% no mês passado – foi o pior resultado desde março de 2020. O percentual de quem avalia como “regular” manteve-se praticamente estável, oscilando de 18% para 19%.

Agora RN



Fátima Bezerra anuncia renovação do contrato do Banco Mundial com o Governo Cidadão

 

A governadora Fátima Bezerra (PT) e o secretário de Gestão de Metas e Projetos/coordenador do Projeto Governo Cidadão, Fernando Mineiro, anunciam nesta terça-feira 6, às 11h30, em ambiente virtual, a renovação do Contrato do Banco Mundial com o Governo do Rio Grande do Norte que viabiliza o Projeto de Desenvolvimento Sustentável do RN – Governo Cidadão.

O Governo Cidadão seria finalizado na última quarta-feira 31, mas teve seu prazo de vigência prorrogado até 31 de dezembro de 2022. O Estado tem agora garantia para a execução de obras importantes como a construção do Hospital da Mulher, em Mossoró.

A estimativa é que até 2022 o montante de US$ 360 milhões tenham sido aplicados no desenvolvimento sustentável do RN, desde a assinatura do acordo de empréstimo com o Banco Mundial, em 2014.

Agora RN



sexta-feira, 26 de março de 2021

PESQUISA EXAME/IDEIA: 49% desaprovam maneira de Bolsonaro governar, 25% aprovam e 22% consideram regular

 

Sem doses suficientes para vacinar o primeiro grupo prioritário contra a covid-19, e com a demora para liberar a nova rodada de auxílio emergencial, a desaprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro chegou a 49%. A marca é a pior desde junho do ano passado, quando atingiu 54%. Naquele momento, a liberação da primeira rodada do auxílio ainda estava no começo e uma pequena parcela da população havia recebido o benefício.

A aprovação caiu 1 ponto percentual em relação à rodada publicada duas semanas atrás, e ficou em 25%. Os que nem aprovam e nem desaprovam somam 22%.

Os dados são da mais recente pesquisa EXAME/IDEIA, projeto que une Exame Invest Pro, braço de análise de investimentos da EXAME, e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública. O levantamento ouviu 1.255 pessoas entre os dias 22 e 24 de março. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Clique aqui para ter acesso ao relatório completo.

“A gestão do presidente Bolsonaro segue sendo mais bem avaliada pelo segmento evangélico [36% de avaliação positiva] e pior avaliada pelos entrevistados com ensino superior [63% de desaprovação] e pelas mulheres [53%]. A combinação de piora da pandemia com o ritmo de vacinação lento e com a falta de auxílio emergencial tem contribuído para um resultado negativo da avaliação presidencial”, explica Maurício Moura, fundador do IDEIA.

Foto: Exame/Ideia





























Vacinação lenta

A pesquisa EXAME/IDEIA também questionou os brasileiros sobre a velocidade da vacinação. Para 77%, a aplicação das doses está atrasada. Houve um avanço de 10 pontos percentuais nesse número em comparação ao dado registrado na rodada de 15 de janeiro.

O Brasil atualmente é o 15º país que mais vacinou no mundo, comparando valores proporcionais. De acordo com dados da Universidade de Oxford, 12 milhões de pessoas receberam pelo menos a primeira dose, o que corresponde a 5,7% da população. O país está atrás de Israel (60%), Reino Unido (42%), Chile (31%), e dos Estados Unidos (25%).

“Há uma frustração coletiva enorme em relação à vacinação. Essa sensação é maior entre as pessoas de maior renda [79% de quem ganha mais de 5 salários mínimos], mais escolarizados e de capitais/regiões metropolitanas [passando de 80% nos dois recortes]”, diz Maurício Moura.

Se no começo de fevereiro 17% da população acreditava que seria vacinada somente em 2022, este número subiu para 28% na pesquisa publicada em 26 de março. Para 8%, a aplicação deve ocorrer ainda neste mês, 10% acreditam que em abril, e 13% esperam ser vacinados ainda neste semestre. Somam 20% aqueles que não sabem quando vão receber uma dose.

Foto: Exame/Ideia






























Sem dar datas, o novo ministro da Saúde, o médico Marcelo Queiroga, se comprometeu na última quarta-feira, 24, a acelerar em pelo menos três vezes a quantidade de pessoas vacinadas contra a covid-19 diariamente. Ele disse que esta meta será cumprida em um “curto prazo”.

“Nós temos condições de vacinar muitas pessoas. Nesse momento, vacinamos 300.000 pessoas todos os dias, e o governo assume o compromisso de, em curto prazo, aumentar em pelo menos três vezes essa velocidade, para 1 milhão de vacinas todo dia. É uma meta plausível. Temos capacidade de fazer até mais, mas não quero me comprometer com algo que depende de mais vacinas”, disse ele em entrevista coletiva.

Auxílio emergencial

Liberada pelo Congresso Nacional, a nova rodada de auxílio emergencial deverá começar a ser paga em abril, ainda que o calendário ainda não tenha sido divulgado. Cerca de 45 milhões de famílias vão receber o valor médio de 250 reais que serão pagos em quatro parcelas.

De acordo com a pesquisa EXAME/IDEIA, 52% dos brasileiros pretendem pedir o novo auxílio emergencial. Deste grupo que vai solicitar o benefício, 69% afirmam que este valor, abaixo dos 600 reais pagos em 2020, não atende às necessidades básicas para evitar a circulação nas ruas e ajudar no isolamento social.

Foto: (Arte/Exame)

“Do grupo que apoia o governo, metade pretende pedir o auxílio. E para completar, dos que são potenciais candidatos a receber o benefício, dois terços acreditam que 250 reais não atendem às necessidades. Isso quer dizer que há espaço para uma frustração de parte dos atuais apoiadores do governo e isso pode ter impacto negativo na população. Nesse contexto, o auxílio vai ajudar mais na manutenção dos atuais patamares de avaliação do governo do que um eventual crescimento”, avalia o fundador do instituto IDEIA.

Exame



Glenn: golpe contra Dilma nos trouxe a uma tragédia, com a ajuda da mídia

 

Aproveito minha coluna de estreia na CartaCapital, revista que leio desde que cheguei ao Brasil, em 2005, para explicar minha trajetória no jornalismo brasileiro e o que aprendi sobre a imprensa. Essa jornada é inseparável de uma injustiça histórica – o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff em 2016 –, cuja importância foi ofuscada pela gravidade dos eventos subsequentes.

Em meus primeiros dez anos no Brasil, evitei comentar política brasileira.­ Mesmo com meu marido, o agora deputado David Miranda (PSOL-RJ), se envolvendo cada vez mais em sua militância. O meu jornalismo focava em outras questões: os ataques às liberdades civis e aos direitos dos muçulmanos nos EUA e na Europa e o imperialismo no Oriente Médio. Mesmo em 2013 e 2014, durante o caso Snowden, quando eu era muito visível na mídia brasileira e aparecia no Fantástico e n’O Globo, evitava emitir opiniões sobre política interna do Brasil.

Fazia isso por acreditar que é difícil dominar as nuances e as contradições de um país que não é o seu. Apesar de ler vorazmente notícias políticas (incluindo nesta revista) e estar imerso no trabalho de meu marido, não me sentia qualificado – mesmo depois de dez anos – para analisar política brasileira.

Tudo isso mudou em 2016. A primeira vez que usei minha plataforma para opinar sobre uma polêmica nacional foi quando o então juiz Sergio Moro vazou conversas privadas entre a então presidente Dilma e o ex-presidente Lula. Àquela época, antes da #VazaJato, não se sabia tanto sobre os abusos de Moro, mas eu, como advogado e jornalista, sabia que aquilo era absurdo. Por isso critiquei fortemente Moro em várias plataformas. Não esperava que isso fosse controverso. O abuso me parecia óbvio.

Eu estava enganado: foi muito controverso. Chamou-me atenção que os jornalistas mais incomodados eram os brasileiros. Defendiam Moro como quem defende um amigo. Foi aí que percebi que havia algo errado entre a mídia brasileira, a Lava Jato, Moro e o governo Dilma.

Isso me levou a mergulhar no debate do impeachment. Os artigos que escrevemos denunciando esse processo foram publicados pela primeira vez em inglês no The Intercept, o veículo que eu cofundei em 2013. Foi quando traduzimos esses artigos para o português que nos demos conta do apetite que havia por jornalismo independente no Brasil: os artigos traduzidos viralizaram rapidamente e se tornaram alguns dos mais lidos daquele veículo.
Foi aí que decidi fundar o The Intercept Brasil. Havia muito jornalismo de qualidade sendo produzido no País, em diversos blogs e nesta revista, por exemplo, mas ele não podia competir com o monstro corporativo liderado pela Globo, que há tanto tempo monopolizava o debate público.

O maior exemplo disso foi a campanha pelo impeachment de Dilma, tão politizada que o grupo Repórteres Sem Fronteiras denunciou a própria mídia brasileira em 2017 como uma ameaça à liberdade de imprensa, argumentando que a homogeneidade ameaçava o pluralismo e o jornalismo.
Muita coisa aconteceu desde então – a prisão de Lula, o assassinato de Marielle, a ascensão do bolsonarismo, a #VazaJato, a Covid-19 – que é fácil esquecer os absurdos do impeachment. Mas é importante manter essa memória viva. Considero o impeachment o pecado original que iniciou o processo de erosão democrática que se estende até hoje.

Era óbvio naquela época que a campanha pelo impeachment era um ataque à democracia. Os inimigos do PT viram a chance de conseguir o que não conseguiram nas urnas: a Presidência. Para isso, usaram táticas antidemocráticas, maquiadas com um verniz de legitimidade constitucional. Foi esse o evento que legitimou a ideia de que às vezes se pode driblar a democracia para atingir objetivos políticos. Armou-se o quadro ideal para o surgimento de Bolsonaro.

Nesse quadro, é vital lembrar o papel central das manobras de Moro. O ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia admitiu, em 2019, que o impeachment era impossível antes dessas conversas. E hoje, graças à #VazaJato, sabemos que outras interceptações do mesmo dia contradizem claramente a ideia de que a nomeação de Lula tinha motivações espúrias. Moro optou por vazar a conversa que, descontextualizada, permitia a interpretação mais prejudicial ao PT, e ocultar as que desmentiram essa tese.

Fica claro que foram Moro e seu abuso de poder, mais do que qualquer outra causa, que pavimentaram o caminho para Bolsonaro. Além de prender Lula e o tirar das eleições e dar a Bolsonaro o manto da anticorrupção, as digitais do Moro aparecem já no impeachment.

E a grande fiadora disso tudo foi a mídia brasileira, que transformou Moro em herói e liderou a campanha contra Dilma. Uma democracia não necessita somente de mídia, mas de jornalismo. E isso significa questionar e investigar, não repetir e espalhar, as devoções e ortodoxias da mídia corporativa e seus mestres.

Blog da cidadania



Em março, a Covid-19 matou um potiguar a cada 47 minutos

 

O Rio Grande do Norte, no mesmo ritmo avançado do resto do País, segue batendo recordes trágicos relacionados à pandemia. Nesta sexta-feira 26, o Estado potiguar registrou mais 45 mortes por Covid-19, chegando ao número de 792 óbitos causados pela doença apenas em março. Ou seja: a cada 47 minutos um potiguar morre por causa do coronavírus. Com esse resultado, março tem sido mais letal do que julho de 2020, até então recordista dessa triste marca, com 726 mortes e 23.666 casos confirmados de coronavírus. Os dados foram levantados com base nos boletins epidemiológicos da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap).

Analisando os números apresentados, fica comprovado que o Rio Grande do Norte vive o momento mais perigoso desde o início da pandemia, em março do ano passado. Em efeito comparativo, as mortes causadas pela doença no presente mês ultrapassaram o dobro dos óbitos registrados em fevereiro. Foram 308 mortes nos 28 dias do mês passado. Já em janeiro, foram 293 óbitos registrados. Ao todo, foram 601 óbitos nos dois primeiros meses de 2021.

Até o momento, foram registrados novos 19.591 casos de Covid-19 neste mês. Desde a confirmação do primeiro caso, em 1º de março, de acordo com registro do sistema Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS/UFRN), foram necessário 58 dias para acumular um resultado semelhante ao que março conseguiu em apenas 26 dias. Só em 1º de julho de 2020 o Rio Grande do Norte passou de 19.335 casos acumulados.

Atualmente, o estado potiguar registra 191.752 casos confirmados, 70.955 suspeitos e 405.740 descartados. O número de mortes também são alarmantes. 4.354 pessoas morrem pela Covid-19 no Estado potiguar, além de 944 óbitos suspeitos e 723 descartados.

Desde 18 de fevereiro, a taxa de ocupação de leitos críticos Covid se mantém acima de 80% no Estado. Na manhã desta sexta-feira 26, 105 pessoas estavam na fila de espera por uma UTI, segundo a plataforma Regula RN.
Enquanto isso, a vacinação no Estado segue o ritmo lento do Brasil. Até a manhã desta sexta 26, 216.042 potiguares foram vacinados contra a Covid-19, segundo dados do RN + Vacina, ferramenta de acompanhamento. A população do RN é de mais de 3 milhões de pessoas.

Agora RN



Com chegada de novo lote, RN deve começar a vacinar idosos a partir de 65 anos

 

O Rio Grande do Norte deve começar a vacinar idosos a partir de 65 anos em breve. Isso porque, com a chegada de um novo lote de vacinas contra a Covid-19, a campanha de imunização estadual terá a faixa etária do público-alvo ampliada. A previsão é da subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica do RN, Alessandra Lucchesi, que falou em entrevista nesta sexta-feira 26 ao RN TV 1, da Inter TV Cabugi.

Está previsto para chegar ao Estado na tarde desta sexta-feira 26 48.200 doses de Coronavac e 17.900 da Astrazeneca, totalizando 66,1 mil doses de imunizantes, que serão distribuídas aos municípios já no sábado 27 pela manhã. “É possível que os municípios consigam dar início à vacinação dos idosos de 68 a 69 anos, inicialmente, até chegar aos 65”, disse Alessandra.

Agora RN



quinta-feira, 25 de março de 2021

Recepcionistas, seguranças, trabalhadores da limpeza, cozinheiros, motoristas de ambulância e outros serão vacinados no RN; CONFIRA

 

Na tarde desta terça-feira 23, a Coordenação de Imunização da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) do Rio Grande do Norte se reuniu com o Ministério Público Estadual, Federal, Municipal e com o Ministério Público do Trabalho para tratar a respeito da nota técnica número 05, que definiu os critérios para vacinação dos profissionais de saúde no Estado.

Assim, de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, neste momento serão considerados para fins de vacinação: Indivíduos que estejam trabalhando em serviços e sistemas de saúde, como estabelecimentos de assistência, vigilância à saúde, regulação e gestão à saúde; que atuam em estabelecimentos de serviços de saúde como: hospitais, clínicas, ambulatórios, unidades básicas de saúde, laboratórios, farmácias e drogarias.

Estão entre os profissionais, os representados em 14 categorias, conforme resolução do Conselho Nacional de Saúde: médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, biólogos, biomédicos, farmacêuticos, odontólogos, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, profissionais da educação física, médicos veterinários e seus respectivos técnicos e auxiliares.

A nota destaca ainda que estão inseridos os agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, profissionais da vigilância em saúde e os trabalhadores de apoio como: recepcionistas, seguranças, trabalhadores da limpeza, cozinheiros e auxiliares, motoristas de ambulância, gestores e outros.

A vacinação alcança também os profissionais que atuam em cuidados domiciliares (exemplos: programas ou serviços de atendimento domiciliar, cuidadores de idosos, doulas ou parteiras), funcionários do sistema funerário, Instituto Médico Legal (lML) e Serviço de Verificação de Óbito (SVO) que tenham contato com cadáveres potencialmente contaminados. Estão inclusos também: acadêmicos em saúde e estudantes da área técnica em saúde em estágio hospitalar, atenção básica, clínicas e laboratórios.

Serão vacinados também os trabalhadores que atuam nos estabelecimentos de serviços de interesse à saúde das instituições de longa permanência para idosos (ILPI), casas de apoio e cemitérios.

É importante ressaltar que devem ser vacinados os Profissionais de Saúde que estejam em atividade em estabelecimentos de assistência, vigilância à saúde, regulação e gestão à saúde; Qualquer situação que não se enquadre nesse conceito não estará contemplado como público alvo desta etapa de vacinação.

Não estão contemplados para vacinação

Os trabalhadores dos demais estabelecimentos de serviços de interesse à saúde, exemplos: academias de ginástica, clubes, salão de beleza, clínica de estética, óticas, estúdios de tatuagem e estabelecimentos de saúde animal), não serão contemplados nos grupos prioritários.

Agora RN



Mourão sobre Covid: “Número de óbitos ultrapassou limite do bom senso”

 

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), afirmou na manhã desta quinta-feira 25 que o número de mortes em decorrência da Covid-19 “já ultrapassou o limite do bom senso”. O general pontuou que, com um novo ministro da Saúde, o objetivo agora é tentar “diminuir a quantidade de gente contaminada”.

“Agora, vamos enfrentar o que está aí e tentar de todas as formas diminuir a quantidade de gente contaminada e, obviamente, o número de óbitos, que já ultrapassou o limite do bom senso”, assinalou o vice-presidente.

Mourão fez menção ao encontro agendado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na quarta-feira 24, com os chefes dos três Poderes, para tomar medidas efetivas no combate ao novo coronavírus. Nos últimos 24 dias, o vírus Sars-CoV-2 vitimou 45.733 pessoas no país, tornando março de 2021 o mês mais letal da doença.

“Se tomou duas decisões em nível político estratégico. Uma, na área internacional, de aumentar nossa inserção e trabalho junto aos países que produzem insumos e vacina pra tentar acelerar a chegada desses insumos e vacinas no Brasil. A outra decisão é a criação desse comitê, que sinaliza um trabalho conjunto de todas as instituições que têm responsabilidade de debelar essa pandemia”, disse o vice-presidente.

Agora RN



Natal e Santa Cruz são municípios que mais transferem pacientes covid para outras regiões do RN

 

Pelo menos 70 pacientes já foram transferidos para leitos de UTI em outros municípios do Rio Grande do Norte desde o início da pandemia de covid-19. Natal e Santa Cruz lideram o ranking de cidades que mais exportaram doentes, efetuando o deslocamento de 13 pessoas, cada.

Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), responsável pela regulação de leitos covid para usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

A rede de atendimento covid em Natal inclui os hospitais de Campanha, Municipal de Natal, Giselda Trigueiro, da Policia, Universitário Onofre Lopes, João Machado, dos Pescadores, Pediátrico Maria Alice Fernandes, Maternidade Divino Amor e a rede de UPAs. Santa Cruz tem apenas o Hospital Regional Aluízio Bezerra como referência para covid e um Centro de Saúde da Família, que funciona como anexo do hospital.

Os treze pacientes que saíram de Santa Cruz foram todos para a capital potiguar. Natal recebeu também 4 de Caicó, 7 de Currais Novos e 1 de Mossoró, somando 25.

As transferências aéreas foram 12 entre os dias 11 e 28 de fevereiro. A maioria saiu de Unidades de Pronto-Atendimento. Foram feitas remoções de João Câmara, Parnamirim e Natal para Mossoró. Com destino a Caicó, foram uma de Parnamirim e duas de Natal. E para Pau dos Ferros, duas de Natal e duas de Parnamirim.

Ao todo, 12.116 pacientes entraram no sistema de regulação do estado e 1.629 ocupações foram diretas. Já são 13.745 internações em decorrência da covid-19.

De acordo com o boletim epidemiológico Nº 320, de 24 de março, 1.095 pessoas estavam internadas, sendo 673 no serviço público e 422, no privado.

Às 8h30 desta quinta-feira (25), o RN tinha 94,5% dos leitos críticos públicos ocupados, com 92,3% na região Metropolitana, 92,5% no Seridó e 100% no Oeste.

Agência de reportagem Sabia Mais



quarta-feira, 24 de março de 2021

A POLITICAGEM DO DEPUTADO TOMBA, TOMA CONTORNO DE MALDADE! Por Marcos Silva

 

Ao ser “leviano” com a governadora Fatima Bezerra, sobre o uso de vacinas no combate a COVID-19, Tomba, não está sendo simplesmente injusto, mas mostrando uma face maldosa.

Tomba, pelo que saiu na imprensa não fez uma crítica política à Fátima Bezerra, mas sim, uma acusação gravíssima. A crítica faz parte da política, falsas e maldosas acusações, não. Ao dizer que Fátima Bezerra, encontra-se detendo vacinas, não repassando aos municípios, Tomba, nada mais, nada menos, diz que, por vontade própria, Fátima Bezerra, está matando milhares de potiguares.

Por óbvio, tal afirmação do deputado trata-se de mais uma FAKE NEWS, pois, que governador (a), que prefeito (a) deixaria de disponibilizar injeções, as tendo, para ver seu povo morrendo à mingua, sem ar? Isso seria crime doloso, tendo de sair algemado (a) quem assim agisse.

Ora! É sabido por todos que, diferentemente da gestão sem capacidade, sem responsabilidade e sem compromisso, do presidente Bolsonaro, defendido a ferro e fogo pelo deputado, Fátima, vem levando a sério a maior crise sanitária dos últimos 100 anos. A governadora acredita na saúde, na ciência, vem fazendo das tripas coração, em um estado quebrado pelos parceiros do deputado Tomba, na tentativa de salvar vidas.

Essa leviana acusação do deputado Tomba, não é um ato “IRRESPONSÁVEL” de um opositor, é um ato de pura maldade, de quem deixa de fazer política, para agir com ódio no coração. É um ato de quem não tem nenhum apreço pela vida humana, agindo e pensando, única e exclusivamente em eleição.

Não bastasse ser um bolsonarista, o que já tiraria, a meu juízo, qualquer moral e condições de Tomba vir questionar Fátima Bezerra por vacina, dada a desastrosa e, aí sim, genocida atuação de Bolsonaro no combate a pandemia, consequentemente na omissão na compra de vacinas, cabe algumas perguntas ao deputado que reforçarão a falta de moral do parlamentar neste caso, quais sejam:

1 – Quantas vezes o deputado Tomba esteve em Brasília pedindo vacinas ao presidente Bolsonaro para o RN?

2 – Quantas vezes Tomba esteve reunido em Brasília com os deputados e senadores do RN reivindicando vacinas?

3 – Quantas vezes o deputado esteve em Brasília reunido com os dois ministros (Fábio Faria e Rogério Marinho) com quem Tomba adora bater fotos, pedindo vacina para nosso estado?

4 – Quantas vezes se ouviu falar que o deputado Tomba convocou a Assembleia Legislativa, para efetivamente apresentarem caminhos para o avanço das vacinas?

Ao contrário, Tomba, orgulhoso, esteve em Brasília, em plena pandemia, buscando milhares de reais para o Teleférico. Seria essa a prioridade?

Nem na própria cidade do deputado, Santa Cruz, tem-se notícias de ações concretas do parlamentar para ajudar a salvar vidas do seu povo. Não há registro de Tomba, convocando a Câmara Municipal, o prefeito, as instituições, para discutirem a crise que já matou 50 santa-cruzenses, tem?

Tomba, quando apareceu em Santa Cruz foi para menosprezar, como já registrado, os leitos de UTI-COVID, que só saiu graças ao empenho da governadora e pela atuação do MP e a justiça. Que líder desdenharia da instalação de UTI para salvar seu povo? Apareceu em Santa Cruz para mentir sobre o empréstimo de respiradores. Apareceu, inclusive ao lado do ex-presidiário Henrique Alves, para andar rua acima, rua abaixo, com os bondinhos.

Se fosse investido a energia pessoal e o dinheiro que se investe no teleférico, Santa Cruz teria vacina para toda população, de quebra, ainda teria para as cidades vizinhas. O que é prioridade para o deputado Tomba? E o que seria prioridade para você que estar acompanhando estes garranchos mal inscritos?

Encontro-me, não surpreso, mas revoltado com a mediocridade com que tem agido o deputado nesta pandemia. Revoltado, não surpreso, com o nível de desfaçatez e injustiça com que tem agido com Fátima Bezerra que, repito, tem sido muito aguerrida em todo este processo.

Se Tomba tivesse espírito público, estaria fazendo no RN, o que os vereadores de oposição de Santa Cruz têm feito com o prefeito Ivanildinho, cria do deputado. Aqui, desde o início, os vereadores de oposição têm se colocado à disposição para ajudar o prefeito a encontrar caminhos? Mas para Tomba, parece valer mais a eleição, deste modo, como um bom bolsonarista, destila ódio, mentiras e falsas acusações contra seus adversários.

Mostra-se um oportunista, quando precisamos de um estadista;

Mostra-se politiqueiro, quando precisamos de um ser político;

Mostra-se “Bom de Mentiras” quando precisamos de um “Bom de Trabalho” de verdade.

Por fim, digo que, o fato de Fátima Bezerra, juntamente com os demais governadores do nordeste está comprando 36 milhões de doses de vacina, ou seja, fazendo o que o presidente Bolsonaro, aliado do deputado Tomba, deveria fazer, já poderia ser suficiente para mudança de comportamento do deputado. O fato de 50, digo, 50 vidas de cidadãos santa-cruzenses terem sido ceifadas pelo vírus, já deveria ser suficiente para o deputado repensar o seu fazer político, mas nada, nada, parece estar acima da disputa política que, neste momento, nada mais é do que uma triste ação politiqueira, rasteira e barata.

Vidas humanas não são bonecos de barro, deputado! Sentem dor e, hoje, 50 famílias, só nossas, estão chorando. Não brinquemos, pois, com coisa séria.

Não detenho prestigio, nem puder. Encontro-me na camada de baixo da pirâmide, sendo apenas, tão somente, um comedor de rapadura do bairro Paraíso, em Santa Cruz, comunidade que o deputado Tomba só aparece de dois em dois anos, para pedir votos, porém, assumir um compromisso comigo mesmo de vir desmascarar o deputado toda vez que ele faltar com a verdade e, aqui, estou.

Marcos Silva



Covid-19: Resultado de pesquisa do Governo do RN reforça eficiência dos protocolos sanitários

 

O resultado do Inquérito Sorológico, pesquisa contratada pelo Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria Estadual da Saúde Pública (Sesap), reforça a eficiência da adoção dos protocolos sanitários na prevenção à Covid-19. Segundo a pesquisa, que entrevistou mais de 20 mil potiguares no mês de janeiro passado, a prevalência do vírus foi maior entre quem não adotou o distanciamento social (17,7%) e significativamente menor (7,2%) entre aqueles que adotaram.

O levantamento foi realizado pela Instituto Piauiense de Opinião Pública e possui extrema importância para a adoção de políticas de saúde, prevenção e combate ao coronavírus no RN, uma vez que identifica o comportamento da doença em todos os 167 municípios.

Os resultados foram apresentados no último dia 12 – em uma coletiva de imprensa – e apontaram que 6,5% da população investigada apresentou anticorpos para a Covid-19. As maiores prevalências foram em Caicó (12,3%) e Pau dos Ferros (12,7%) e a menor em São José de Mipibu (5,3%).

As maiores predominâncias foram identificadas na faixa etária a partir de 45 anos. Com relação ao sexo, as ocorrências são praticamente iguais. Em relação à raça/cor autorreferida, a identificação foi maior em negros (6,9%) em comparação com brancos (5,6%).

Todo o processo de planejamento do inquérito sorológico foi realizado em parceria entre a Sesap e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em julho de 2020.

Foram analisados oito municípios com sede de regionais de saúde no Estado: Pau dos Ferros, Mossoró, Assú, Natal, João Câmara, São José do Mipibu, Santa Cruz e Caicó. No total, 20.234 pessoas foram entrevistadas e examinadas com testes rápidos. Para tanto, 160 pesquisadores atuaram em campo no levantamento.

As projeções populacionais feitas pelo estudo apontam que 230 mil pessoas no Rio Grande do Norte já tiveram contato com o coronavírus.

Agora RN



Petrobras reduz preço da gasolina e do diesel nas refinarias a partir desta quinta-feira

 

A partir desta quinta-feira 25, o preço médio da gasolina da Petrobras nas refinarias será de R$ 2,59 por litro, após redução de R$ 0,11. O preço médio do diesel também abaixou e passará a ser de R$ 2,75, o litro. “Os preços praticados pela Petrobras e suas variações para mais ou para menos, associadas ao mercado internacional e à taxa de câmbio, têm influência limitada sobre os preços percebidos pelos consumidores finais”, afirmou a estatal.

De acordo com a empresa, como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, a mudança no valor final dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis.

Até chegar ao consumidor, são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de etanol anidro, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores de combustíveis.

Agora RN



Bolsonaristas pedem que as pessoas não se vacinem

 

O sucesso da vacinação contra a Covid-19 (e qualquer outra doença) depende do maior alcance possível entre a população, de modo a se garantir uma imunização coletiva. Jogando contra esse sucesso, além da demora na disponibilização das doses, estão militantes antivacinação, que, no caso do coronavírus, calham de ser apoiadores radicais do presidente Jair Bolsonaro.

Sites de apoio ao governo, que já haviam se envolvido na produção de desinformação sobre as vacinas no seu processo de desenvolvimento, investem agora em uma nova tese conspiratória, segundo a qual a vacinação em massa em vez de imunizar a população vai é criar novas e mortais variantes do coronavírus.

Creditada a um cientista europeu chamado Geert Vanden Bossche, a tese já circulou em outros países, sempre sendo desmentida por especialistas e por agências de checagem. No Brasil, o site Boatos.com já identificou a circulação dessa história nas redes e fez uma checagem mostrando que não há valor científico nas conclusões que estão na internet.

Mesmo assim, textos sobre esse falso perigo da vacina têm sido propagados por veículos de viés radicalmente governista, como Estudos Nacionais e Crítica Nacional, esse último ligado ao notório empresário bolsonarista Otavio Fakhoury, que é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito que apura o financiamento a atos antidemocráticos.

Dos sites, o boato ganha grupos de WhatsApp de apoiadores de Bolsonaro. A divulgação da desinformação ganhou força com uma postagem, em seu canal do Telegram, do principal guru desse bolsonarismo radical, o escritor Olavo de Carvalho. Sem se comprometer com a veracidade da informação, Carvalho divulgou na segunda-feira (22/3) o material negacionista. Veja:


Doutor em epidemiologia e professor da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel), Bruno Pereira Nunes explica que não faz sentido acreditar em teorias conspiratórias sobre as vacinas contra a Covid-19, porque há muito controle sobre seu desenvolvimento.

“Agencias similares à nossa Anvisa, como a FDA nos Estados Unidos, avaliam a segurança e a relação custo/benefício das vacinas. Muitos estudos são feitos com milhares de pessoas para se concluir que a vacina é segura e traz benefícios”, defende ele.

“Além disso, essas agências continuam a monitorar possíveis eventos adversos da vacina. Se qualquer coisa ocorrer, decisões serão rapidamente tomadas para evitar efeitos negativos na população”, completa o pesquisador.

A dinâmica de comunicação nesses grupos prevê muita distribuição de propaganda e pouco debate. Nos casos em que a reportagem viu a história circular, não houve nenhum usuário que tenha questionado a veracidade das informações.

Essas postagens antivacinação convivem nesses grupos com material de propaganda dos esforços do governo pela vacinação contra a Covid-19.

Entre pesquisadores e divulgadores científicos brasileiros, a circulação do novo boato começa a preocupar, como mostra essa postagem do pesquisador Bruno Filardi, diretor científico do Instituto do Câncer Brasil:


Metrópoles




VITÓRIA DA VERDADE: JUSTIÇA NEGA PEDIDO DE CASSAÇÃO DO VER. PAULO CÉSAR BEJÚ.

 

O TRE/RN, julgou na tarde de ontem (23) um recurso do Ministério Público Eleitoral de Santa Cruz/RN, que pedia a cassação dos vereadores Paulo César Bejú, alegando inelegibilidade. O pedido do ministério público já havia sido negado pela juíza eleitoral da 16º zona eleitoral, o que fiz o MPE apresentar recurso na 2ª instância (TRE) sem êxito.

O vereador Paulo César Bejú, em conversa com o blog disse: vitória da verdade. Como falei anteriormente, não há nada que desabone minha vida pública. Sempre acreditei que a justiça restabeleceria a verdade, inclusive o próprio MPE reconheceu e aceitou nosso recurso. Vamos seguir firme trabalhando por uma Santa Cruz melhor e para todos.

Por unanimidade, os desembargadores do TRE/RN, assim como já havia feito a juíza de 1º grau negou a ação do MPE. A novidade neste julgamento é que o próprio Ministério Público Eleitoral reconheceu o recurso apresentado pela defesa, o que encerra o caso, não sendo levado ao TSE.