segunda-feira, 25 de março de 2019

Investidores da Bolsa pisam no freio após embate entre Bolsonaro e Maia

A briga política travada entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já custa caro a investidores: 7.000 pontos do Ibovespa, o principal índice do mercado acionário brasileiro, em apenas três dias.

E o posicionamento do pequeno investidor por manter, vender ou comprar ações daqui para frente dependerá da revisão das próprias expectativas sobre a viabilidade da reforma da Previdência após a turbulência política.

“A situação da reforma é muito mais frágil do que o mercado imaginava. A piora foi muito rápida”, afirma Victor Candido, economista-chefe da Guide Investimentos.

“A realidade não era o que a gente estava vendo no começo da semana [passada]”, acrescenta Michael Viriato, professor de finanças do Insper.

Antes de despencar do recorde de quase 100 mil pontos para os atuais 93 mil, investidores tinham a sensação de que a Bolsa brasileira iria em uma linha reta de valorização, avalia Viriato.

O ganho do ano, porém, não está completamente perdido. A queda entre quarta (20) e sexta-feira (22) foi de 5,9%, mas desde o início de 2019 o índice Ibovespa ainda acumula ganho de 6,7%.

Viriato se considera entre o grupo de conservadores e projeta que o Ibovespa poderá terminar o ano ao redor de 110 mil pontos. Representaria uma valorização de 25% no ano e de 17% ante o fechamento de sexta, mas é preciso que a reforma saia.

Projeções otimistas chegaram a apontar o Ibovespa em 140 mil pontos em dezembro.

“Esse é o momento de fazer posição. Ninguém ganha dinheiro em dia bonito. Quem comprou na segunda [quando a Bolsa bateu pela primeira vez os 100 mil pontos] perdeu dinheiro”, afirma Candido.

Fazer posição, no jargão do mercado, é comprar ou vender um ativo baseado em suas expectativas futuras.

Resumindo: quem acredita que a reforma passará poderia comprar ações, enquanto o investidor pessimista após a crise deveria vendê-las. Isso seguindo a avaliação majoritária do mercado de que apenas as novas regras para aposentadoria serão capazes de fazer a economia crescer.

Após o dominó de notícias frustrantes —como a proposta de reforma dos militares, a queda de popularidade de Bolsonaro e a prisão do ex-presidente Michel Temer (MDB)—, o mercado financeiro começou a questionar a viabilidade de aprovação das novas regras para a aposentadoria.

A dúvida é ainda maior sobre a economia necessária —o projeto prevê corte de R$ 1,1 trilhão em dez anos.

O medo de que a disputa política coloque tudo a perder levou a uma enxurrada de declarações de economistas e analistas do mercado financeiro, em público e privado, até mesmo com comparações entre Bolsonaro e a ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

“Esse choque é educativo: se o governo não aprender com isso, o mercado vai rever posições”, diz Candido. Essa é a pressão para que o presidente ceda na queda de braço com o presidente da Câmara.

No sábado (23), Bolsonaro e Maia continuaram o bate-boca sobre a responsabilidade de articulação da reforma.

Para o presidente, seu papel está cumprido ao submeter o texto ao Congresso, enquanto Maia afirma que há terceirização de responsabilidade. Neste domingo (24), o líder do PSL na Câmara, Major Vitor Hugo, se reuniu com Bolsonaro para uma reaproximação.

Analistas lembram que, além da deterioração do cenário doméstico, no exterior a virada também foi rápida.

Na quarta, o Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA) sinalizou que a desaceleração americana já justifica a manutenção dos juros do país entre 2,25% e 2,5%. Depois, dados da economia alemã ajudaram a disseminar o pânico de recessão global.

A possível crise apareceu na inversão da curva de juros dos EUA, o que ocorre quando os juros de longo prazo ficam abaixo dos de curto prazo.

Mantida a inversão, é um indicativo de que a economia do país passará por uma recessão, com risco de contágio. Com ou sem reforma, o Brasil não passaria incólume.

FOLHAPRESS


Edital do Enem é divulgado; taxa de inscrição é de R$ 85























O edital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foi divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A publicação está disponível no Diário Oficial e no novo hotsite da prova.

O exame será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro. Conforme comunicado anteriormente, as inscrições deverão ser feitas de 6 a 17 de maio.

Neste ano, a taxa a ser paga será de R$ 85. Na edição de 2018, era de R$ 82. Ela deverá ser quitada entre os dias 6 e 23 de maio, em agências bancárias, casas lotéricas e correios.

Novidades na edição de 2019

Nesta edição do exame, os lanches levados pelos candidatos serão revistados. Além disso, haverá as seguintes novidades:

novo sistema de inscrição;
inclusão opcional de foto na inscrição;
espaço com linhas para rascunho da redação;
espaço para cálculos no final do caderno de questões;
surdos, deficientes auditivos e surdocegos poderão indicar, na inscrição, se usam aparelho auditivo ou implante coclear.

Estrutura da prova

No primeiro dia de prova, em 3 de novembro, serão aplicadas as provas de:

linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e ciências humanas e suas tecnologias.
duração: 5h30

No segundo domingo, dia 10 de novembro, será a vez das questões de:

ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias.
duração: 5h

Pedidos de isenção

Os pedidos de isenção da taxa de inscrição irão do dia 1º de abril ao dia 10 do mesmo mês. Assim como em 2018, esse processo será feito antes do período de inscrições para o exame. Terão direito à gratuidade:

estudantes que estejam cursando o último ano do ensino médio na rede pública;

candidatos que tenham cursado todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada, com renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio;

aqueles que declararem estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, por serem membros de família de baixa renda, e que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

Em todos esses casos listados acima, o participante deverá ter documentos que comprovem a condição declarada. Informar dados falsos pode acarretar a eliminação no exame.

Aqueles que pleitearem a isenção saberão do resultado em 17 de abril, no site do Enem. É importante lembrar que, mesmo conseguindo esse benefício, o candidato não estará inscrito automaticamente no Enem. Ele precisará, assim como os demais, fazer a inscrição regular.

Justificativa de ausência

Caso o estudante tenha conseguido a isenção em 2018 e faltado aos dois dias de prova, precisará justificar sua ausência entre as 10h do dia 1º de abril às 23h59 do dia 10 de abril, na página oficial do Enem. Ele terá de anexar documentos que comprovem a necessidade de ter faltado à prova.

Caso a justificativa seja recusada ou sequer informada, o candidato terá de pagar a taxa de inscrição em 2019.

Cartão de confirmação

O cartão de confirmação de inscrição será disponibilizado em outubro. Ele traz dados como: número de inscrição,

data/hora/local de prova;
atendimento especializado e ou específico
opção de língua estrangeira (inglês ou espanhol).

Acessibilidade

O candidato que necessitar de recursos de acessibilidade para fazer a prova deverá solicitá-lo entre os dias 6 e 17 de maio.

Atendimento especializado:

Autismo
Baixa visão
Cegueira
Deficiência auditiva
Deficiência física
Deficiência intelectual (mental)
Déficit de atenção
Discalculia
Dislexia
Surdez
Surdocegueira
Visão Monocular

Atendimento específico

Gestante
Idoso
Lactante
Estudante em Classe Hospitalar
Outra Situação Específica

Uso do nome social

O uso de nome social deverá ser solicitado entre os dias 6 e 17 de maio.

Calendário

Pedido de isenção: 1º a 10 de abril
Justificativa de ausência no Enem 2018: 1º a 10 de abril
Resultado da solicitação de isenção: 17 de abril
Solicitação de recursos caso a isenção seja negada: 22 a 26 de abril
Pedido de atendimento especial ou de uso de nome social: 6 a 17 de maio
Pagamento da taxa de inscrição: 6 a 23 de maio
Inscrições: 6 a 17 de maio

G1
Provas: 3 e 10 de novembro


PENSANDO EM SANTA CRUZ Por Dinamérico Augusto


Em fase conclusiva, tramita nas Comissões pertinentes da Câmara Federal, quais sejam: Defesa do Consumidor; de Trabalho; Serviço Público; e, principalmente, de Constituição e Justiça e de Cidadania, em Projeto de Lei que pretende obrigar as Companhias de Abastecimento de Água a deduzir, das contas de consumidores cobradas com base em estimativa de consumo, os dias de interrupção do fornecimento.

O Projeto de Lei em tramitação é o de nº 4005/15, que altera a Lei 11. 445/15, que trata do Saneamento Básico no Brasil. Tal matéria já fora objeto de discussão no decorrer da legislatura passada.

Entendemos que nem precisaria o advento de uma lei impositiva para que tal injustiça fosse corrigida. Bastaria, no caso, que os responsáveis pelas Companhias de Abastecimento d’água deixassem prevalecer o conjunto da legislação oriunda do BOM SENSO, para que o problema fosse resolvido a contento.

Deixar uma comunidade passar até 15 dias sem água nas torneiras, sinceramente, não nos parece nada racional, lógico, nem muito menos justo. A não ser em caso de extrema excepcionalidade. Fora disso, é simplesmente injustificável. Vamos, portanto, corrigir tal injustiça. Quando estava me preparando para escrever este simples texto, lembrei-me, incontinenti, das palavras de Santo Agostinho, num determinado momento. “Só o amor é capaz de fazer com que acolhamos a justiça e sejamos por este justificados”. “A base da vida em comunidade é a confiança, que é fruto da caridade.” Que não confundamos caridade com mera filantropia. “A caridade eleva a política à sua forma sublime de serviço ao outro, na promoção da justiça e da dignidade de todos.”

Não gostaria de concluir tal assunto, no caso, às frequentes e incômodas interrupções no fornecimento d’água ocorrido nos diversos bairros da cidade, sem que não lembrasse, também, o Santo Papa, João Paulo II, quando discordou da filosofia política e concepção particular do filósofo e matemático inglês, Thomás Hobbes, no tocante às relações globais por Hobbes defendida.

Declarou, João Paulo, a respeito. “É preciso lembrar a necessidade de globalização da solidariedade, e não da indiferença, da omissão, como admoestou o Papa Francisco, em Lampedusa”. “O homem, na vida em comunidade não pode ser lobo do seu semelhante.”

Então, contextualizando a Santa Cruz. É preciso que planetizemos a solidariedade em nível de comunidade local, para que, assim, evitemos que a sede de cobrança das Lobas Companhias afins, não se sobreponha as sedes de justiça e necessidade dos menos aquinhoados da comunidade.

Nesses primeiros dias da atual Administração Municipal, há sinais constatados de normalização do serviço pertinente. Tomara que continue, que se amplie, se possível. Diferente, bem desigual mesmo, da Gestão passada. Quer dizer: Cassada. 

O nosso respeito a quem pensar de forma diferente.

Um abraço!
Até o próximo!
Dinamérico Augusto de Medeiros



SANTA CRUZ: CASA DE CULTURA ABRE EXPOSIÇÃO: AS MARIAS DO FOTOGRAFO ANCHIETA XAVIER DE 25 À 30 DE MARÇO







































sexta-feira, 22 de março de 2019

Rede Estadual acolhe proposta do governo e Piso será corrigido a partir de abril

Os/as trabalhadores/as em Educação decidiram por acatar a proposta do Governo do Estado para correção do Piso Salarial 2019. A aprovação foi decidida em Assembleia da Rede Estadual convocada pelo SINTE/RN e ocorrida na manhã desta quarta-feira, 20 de março.

A proposta aprovada prevê o seguinte:

Ativos: reajuste de 4,17% a partir de abril/2019, com o retroativo pago em três parcelas nos meses de abril, maio e junho. 

Aposentados: reajuste de 4,17% a partir de maio/2019; retroativo de janeiro pago em junho; e retroativo de fevereiro a abril pago em seis parcelas de 2,085% ao longo dos meses de julho a dezembro/2019.

Essa foi a terceira proposta apresentada pelo Governo e, apesar de não ser considerada ideal pela coordenação do SINTE e nem pelos profissionais da educação, pois descumpre o princípio de isonomia entre os servidores, optou-se pela aprovação visto que a assembleia entendeu ser a proposta possível e compatível com o momento de calamidade financeira vivenciado pelo Estado. Ademais, a Assembleia levou em consideração o fato dos recursos para o pagamento salarial advirem de fontes distintas para ativos (FUNDEB) e aposentados (Tesouro Estadual).

A direção do SINTE/RN destaca a solidariedade demonstrada pelos servidores ativos com os aposentados, rejeitando as duas propostas anteriores do Executivo Estadual que diluía em mais parcelas e postergava ainda mais a correção devida aos aposentados.

A Assembleia da Rede Estadual realizada na Escola Estadual Wiston Churchill tratou ainda de encaminhamentos e chamou atenção para a participação da categoria nas atividades do dia 22 de março – Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência.

AGENDA

Dia Nacional de Luta Contra a Reforma da Previdência e contra as MP´s 871 e 873

Programação em Natal 08h30: Debate no Auditório do SINTE/RN sobre Proposta de Reforma da Previdência e MP contrária aos Sindicatos (873/19). 14h: Ato com concentração em frente ao INSS (rua Apodi) seguido de caminhada.

CONTATO:

Av. Rio Branco, 790, Centro / Natal-RN

(84) 3211 4434

contato@sintern.com.br

Por SINTE/RN


“PREFEITO QUER DAR RASTEIRA NA SAÚDE” DIZ VER. JOÃO VICTOR SOBRE O “GOLPE” NA UPA.

O Ver. João Victor que recentemente foi escolhido líder da oposição na Câmara de Vereadores de Santa Cruz/RN, ao tomar conhecimento que a prefeitura tomou a decisão de não abrir a UPA, transformando o espaço em uma unidade básica de saúde, o parlamentar foi pra cima do Executivo Municipal, no que chamou de “rasteira do prefeito a saúde municipal.” 

Para o parlamentar é impensável imaginar que alguém possa deixar de ter em seu município uma UPA que, funcionará como média complexidade, para, depois de milhões gastos, utilizar o espaço realocando unidades de saúde básicas já existentes. 

O vereador diz não aceitar o discurso da prefeitura de que não pode arcar com a UPA, pois ao solicitá-la, sabia-se as responsabilidades de cada ente (governo federal, estadual e municipal) ou será que depois de 06 anos e de milhões investido, a prefeitura só agora descobriu suas responsabilidades? Indaga o vereador. 

Para João Victor a prefeitura jamais poderia tomar essa decisão sem esgotar todas as possibilidades, junto aos municípios da região Trairi e governo do estado, pois se tem informações, segundo João Victor de que, o governo tem interesse na regionalização da UPA. Outro fator extremamente negativo neste caso para o vereador é o fato da prefeitura em nenhum momento ter convocado a população para um diálogo. 

O vereador diz acreditar que a única preocupação da gestão não é levar saúde ao povo, mas sim, se livrar de um problema tão grande quanto não abrir a UPA, o de ter que devolver aos cofres da união, os milhões gastos na obra, com isso, faz uma meia boca e, pronto, está tudo resolvido. 

O vereador finaliza alertando a população: atentai bem, senhores! Não se enganem. Santa Cruz vai deixar de ter um espaço de saúde aberto 24h, 7 dias da semana, com equipamentos e profissionais adequados para o atendimento de média complexidade, para ter unidade básica de saúde funcionando nos moldes que temos hoje, limitadíssima. O prédio será bonito, mas não salvará vidas, nossa população continuará morrendo no caminho para Natal. Uma coisa é certa, mais cedo ou mais tarde, a conta chegará por mais essa maquiagem, caso não consigamos barrar.


quinta-feira, 21 de março de 2019

SINTE RN Regional Santa Cruz realizou na tarde de hoje (21) assembleia com os trabalhadores em educação da rede estadual de ensino

Assessoria jurídica esteve presente na tarde de hoje (21), na assembleia dos trabalhadores em educação da rede estadual de ensino promovida pelo SINTE RN Regional Santa Cruz . Em pauta, andamento das ações judiciais.

Foto: José Odilon, Cristianne e Carlos Gondim.






























VER. PAULO CÉSAR BEJÚ SOLICITA QUE PREFEITURA REALIZE O FESTIVAL DE QUADRILHAS.

O vereador Paulo César Bejú através da Indicação n° 060/2019, aprovada por unanimidade no plenário da Câmara de Vereadores, solicita a prefeitura municipal de Santa Cruz/RN, a realização do Festival de Quadrilhas Junina. 

O vereador justificou o pedido, dizendo: O município de Santa Cruz já foi visto como um dos municípios do Estado do Rio Grande do Norte com um dos maiores e melhores Festivais de Quadrilhas. 

A cidade no mês de junho se preparava para receber os brincantes de todas as partes do Estado, bem como da cidade, eximia fabricante de ótimas quadrilhas. 

Não obstante, vale dizer que, os festivais também são um forte fator econômico nesse período, o que justifica a sua realização. Os quadrilheiros clamam pela realização do festival. Disse o vereador


O SINTE RN Regional Santa Cruz organiza caravana para Natal no dia 22 de março, DIA NACIONAL DE LUTA EM DEFESA DA PREVIDÊNCIA PÚBLICA

Para participar do Ato Público e Passeata. Os trabalhadores em educação (professores e funcionários) da rede municipal e estadual de ensino sindicalizados devem entrar em contato com o SINTE RN para confirmar.




Avaliação de Bolsonaro despenca e já é pior que a de Collor no início de Governo

Pesquisa Ibope divulgada na quarta-feira (20) mostrou a popularidade de Jair Bolsonaro em queda livre. Os brasileiros que avaliam a administração dele como ótima ou boa caiu de 49% em janeiro para 34% em março, uma redução de 15 pontos percentuais.

Esse já é o pior início de governo desde a eleição de Fernando Collor de Melo, em 1989. Além de Collor, Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma Rousseff

A pesquisa mostra também que 34% dos entrevistados consideram o governo regular e 24% já avaliam a gestão de Jair Bolsonaro como péssima. Ao todo, 8% não souberam opinar.

O nível de confiança no governo Bolsonaro também caiu. Em janeiro, 62% dos brasileiros diziam confiar na nova gestão. Dois meses depois, esse número caiu para 49%.

A desconfiança em relação ao governo Bolsonaro é maior no Nordeste, região onde a rejeição ao presidente já chega a 49%. As grandes cidades – com mais de 500 mil habitantes – também. A rejeição ao presidente

Por outro lado, o perfil dos brasileiros que confiam na nova gestão é de ricos, homens, brancos e evangélicos

Os pesquisadores fizeram 2.002 entrevistas face a face e a margem de erro é de dois pontos percentuais.

SAIBA MAIS


URGENTE: MICHEL TEMER É PRESO






















A Força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro prendeu, o ex-presidente da República Michel Temer (MDB) na manhã desta quinta-feira (21) em São Paulo. Agentes da Polícia Federal ainda estão empenhados nas buscas para localizar e prender os ex-ministros de Minas e Energia Moreira Franco e da Casa Civil Eliseu Padilha.

Os mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio. A operação estava prevista para ser realizada ontem (20) e só não aconteceu devido a falta de confirmação sobre a localização de Temer. 

Segundo a Polícia Federal, em delação o empresário José Antunes Sobrinho, ligado à Engevix, fala em seu acordo sobre "pagamentos indevidos que somam R$ 1,1 milhão, em 2014, solicitados por João Baptista Lima Filho e pelo ministro Moreira Franco, com anuência do Excelentíssimo Senhor Presidente da República Michel Temer, no contexto do contrato da AF Consult Brasil com a Eletronuclear".

Com base na delação do operador do PMDB Lúcio Funaro, homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), investigadores cruzaram informações e documentos fornecidos por ele com planilhas entregues à Justiça pelos doleiros Vinícius Claret, o Juca Bala, e Claudio Barbosa, o Toni, apontados pela força-tarefa como responsáveis por mandar valores para o exterior com o objetivo de beneficiar políticos e empresários.

Nas planilhas aparecem transferências para Altair Alves Pinto, apontado como operador do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ). Altair foi apontado pelos doleiros como "o homem da mala" que repassava dinheiro para Eduardo Cunha e para Temer, que, em 2017, foi denunciado duas vezes por corrupção, mas comprou apoio no Congresso - parlamentares não autorizaram o Judiciário a continuar com as investigações na época.

Brasil 247


SANTA CRUZ: BANCADA DE OPOSIÇÃO NA CÂMARA DE VEREADORES TERÁ JOÃO VICTOR COMO LÍDER.

Pensando em se fortalecer, tendo em vista ser minoria na Câmara de Vereadores de Santa Cruz/RN, os vereadores João Victor, Paulo César Bejú e Gean Paraibano resolveram criar a bancada de oposição, ficando o jovem vereador João Victor como LÍDER. 

A ideia é unificar as tomadas de decisões e os discursos na hora das votações. O jovem vereador João Victor se diz honrado em ter sido aclamado LÍDER da oposição naquela casa, pelos colegas Paulo César Bejú e Gean Paraibano. 

Em contato com o blog, disse João Victor: como temos (vereadores da oposição) um sentimento em comum que é trabalhar em prol da população de Santa Cruz e sabendo que o executivo tem uma grande maioria na casa, entendemos que era chegada a hora de criarmos oficialmente uma bancada de oposição dentro da casa, para fortalecermos nossas ações e reivindicações. 

O vereador João Victor tem se destacado nas interpelações na tribuna da “casa do povo” fator que parece ter sido determinante para sua escolha.


quarta-feira, 20 de março de 2019

SINTE RN Regional Santa Cruz, realizará nesta quinta (21) assembleia com os Trabalhadores em Educação da Rede Estadual de Ensino (ativos e aposentados)

A assembleia ocorrerá no STR (Sindicato dos Trabalhadores Rurais), às 15h30, com a participação da assessoria jurídica do SINTE RN. O STR fica localizado no endereço provisório: Rua Cosme Ferreira Marques, Nº 155, Centro - Santa Cruz/RN.

A PAUTA SERÁ: 
  • Informes;
  • Campanha Educacional e Salarial;
  • Proposta do Piso Salarial;
  • Pauta de reivindicações;
  • Ações judicias - participação da assessoria jurídica;
  • Encaminhamentos. 




Gestão de Álvaro é melhor e Carlos fazia “feijão com arroz”, diz Paulinho

Para o presidente da Câmara Municipal de Natal, vereador Paulinho Freire (PSDB), a gestão do prefeito de Natal, Álvaro Dias (MDB), é melhor do que a realizada pelo ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT). O parlamentar ainda criticou o ex-gestor, a quem classificou como responsável por uma administração “feijão com arroz”.

Quando questionado se Álvaro Dias fazia uma gestão melhor que seu antecessor, Paulinho foi enfático: “Eu acho”. Em seguida, disse que “Carlos [Eduardo Alves] passou seis anos falando mal de Micarla [de Sousa], ele surfou na desgraça de Micarla, mas os problemas da cidade mesmo não foram resolvidos e Álvaro herdou isso”. 

E acrescentou: “a verdade é que Natal vem há muito tempo com o feijão com arroz. O cara diz: o salário tá em dia, a cidade tá limpinha e isso já é bom. E não é isso, eu acho que o cidadão quer que o prefeito atue principalmente nas situações de infraestrutura”, avaliou o presidente da CMN em entrevista nesta terça-feira (19) ao programa Hora Extra da Notícia, da 91.9 FM.

Ao atual prefeito, Paulinho não poupou elogios. Segundo ele, Álvaro Dias tem demonstrado muita vontade de acertar e tem trabalhado intensamente para conseguir recursos para o município em Brasília.

Paulinho Freire defendeu ainda que Álvaro revele à sociedade natalense como recebeu o município de Carlos Eduardo Alves, algo que já deveria ter feito no início de sua administração. Ao não fazer isso, o prefeito corre um sério risco, na opinião do vereador.

“O ex-prefeito Carlos Eduardo, quando recebeu de Micarla, expôs à sociedade como recebeu o município. Eu acho que Álvaro corre um risco. Ou ele pegou tudo bem ou ele corre o risco de, no futuro, ser cobrado, aí não adianta mais”, afirmou Freire.

Grande Ponto


Rodrigo Maia muda o tom político na defesa da reforma da Previdência e critica desorganização do Governo Bolsonaro

Principal fiador da reforma da Previdência, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), mudou o tom na defesa da proposta.

Alegando decepção com a articulação do governo e com a relação com o presidente Jair Bolsonaro (PSL), Maia questiona o protagonismo que tem tido na batalha para a aprovar as impopulares mudanças nas regras de aposentadorias e pensões.

A aliados, ele reclama da ausência de lideranças do governo capazes de atender os deputados, além da desorganização no Palácio do Planalto, por causa da disputa entre a Casa Civil e a Secretaria de Governo para assumir as funções de articulação política.

O grupo mais próximo de Maia, que se reuniu em almoço nesta terça-feira (19) na residência oficial da presidência da Câmara, tem uma avaliação unânime: hoje, a base de Bolsonaro é formada apenas pelo PSL, seu próprio partido.

Contudo, mesmo o PSL defende mudanças na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma da Previdência.

A deputados mais próximos, o presidente da Câmara cita a frustração com o presidente.

Irritou Maia que Bolsonaro tenha falado que sofre “pressão da velha política” logo após recebê-lo para reunião no Alvorada para articular as medidas de liberação de cargos para a votação da reforma.

O presidente se reuniu com o parlamentar no sábado (9) para tratar da deliberação sobre o texto na Câmara, e foi alertado de que precisava afagar o Congresso, que vem se sentindo desprestigiado e já enviou recados para o Executivo.

Depois, na segunda-feira (11), em videoconferência com ministros que visitavam a estação brasileira na Antártida, Bolsonaro bateu na “velha política”.

“Vocês sabem que as pressões são enormes porque a velha política parece que quer nos puxar para fazer o que eles faziam antes. Nós não pretendemos fazer isso”, disse Bolsonaro à época.

No mesmo dia, o governo anunciou a liberação de R$ 1 bilhão de emendas para parlamentares, com o objetivo de angariar apoios.

Mesmo se o Palácio do Planalto organizar a articulação política, o governo precisa de Maia para que as mudanças nas regras de aposentadorias e pensões sejam aprovadas na Câmara.

Nesta terça, ele reuniu líderes de partidos que foram responsáveis pela sua reeleição —menos o PSL.

Nenhum interlocutor de Bolsonaro esteve no encontro. Apenas líderes e deputados de legendas, como PP, PSD, MDB, DEM e PR.

As críticas à falta de articulação do governo foram o principal tema.

Quanto mais o Planalto demora para começar a formar sua base de apoio no Congresso, mais difícil será contornar o descontentamento dos deputados com a gestão Bolsonaro, avalia o grupo de Maia.

A mudança de postura do presidente da Câmara é perceptível, por exemplo, nas declarações sobre o calendário da PEC da reforma da Previdência.

Antes mesmo da instalação da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), Maia apresentou uma perspectiva para votação do texto no colegiado —até fim de março.

Nesta terça, ele se recusou a comentar a previsão do presidente da comissão, Felipe Francischini (PSL-PR), que adiou a estimativa para 3 de abril.

“CCJ não é comigo. Não trato da CCJ. CCJ é do PSL. O PSL é que trata da CCJ”, afirmou Maia, sem ao menos deixar que a pergunta fosse concluída.

Os partidos alinhados a Maia não devem ir para o confronto na CCJ com a oposição, que quer postergar —para depois de 3 de abril— a votação da PEC no colegiado.

A comissão é a primeira etapa da PEC na Câmara. Depois ela seguirá para uma comissão a ser criada especialmente para o tema.

Cabe a Maia escolher o relator nesta fase da tramitação, que terá a função de negociar mudanças no texto. Há dificuldades em encontrar um deputado para a vaga diante da desarrumação do governo.

Por isso, alguns líderes aliados ao presidente da Casa defendem que a posição seja ocupada por alguém do PSL. Assim, o centrão retira de seus ombros a responsabilidade de um eventual fracasso do texto.

Desde o começo do ano, Maia tem assumido o papel de avalista da reforma, mas avisou o governo que precisava de instrumentos para viabilizar o apoio na Casa.

Quase que diariamente, ele defende a PEC e fala sobre a necessidade da reforma para ajustar as contas públicas. Integrantes do governo não adotam a mesma postura —Bolsonaro inclusive.

Ao perceber a deterioração do cenário favorável à reforma entre os deputados, Maia tenta avisar o Palácio do Planalto e o presidente sobre a necessidade de ações para formar a base.

Sem a reação do governo, Maia tem dado declarações mais realistas.

Na segunda (18), ele afirmou, em evento no Rio, que o Congresso não tem “320 liberais” e que é preciso conversa para aprovar a reforma.

Maia também defende que não se tratem de temas polêmicos antes da reforma, para não contaminar o clima de sua aprovação.

Apesar disso, Bolsonaro tem se envolvido em polêmicas com pano de fundo de costumes: no Carnaval, por exemplo, postou vídeo obsceno nas redes sociais criticando a festividade.

No almoço com Maia, líderes de partidos decidiram dar outro recado para o governo: vão pressionar por alterações no decreto que estabelece exigências para a ocupação de cargos de confiança na administração pública federal.

Para eles, o Planalto tem que alterar o texto e as novas regras têm que valer para as indicações feitas desde 1º de janeiro; ou então, vão articular a aprovação de um projeto para mudar a data de vigência do decreto.

FOLHAPRESS